Em 1993, Israel tinha talento tecnológico, mas pouco capital de risco profissional. Um programa de subsídios comum teria escolhido empresas; o Yozma, em vez disso, tentou fabricar gestores de fundos e redes de investidores estrangeiros.
O mecanismo era assimétrico de forma deliberada. A entrevista da Wharton com Chemi Peres descreve um programa governamental de US$ 100 milhões cuja missão era criar fundos de venture capital de US$ 20 milhões, com o Estado entrando com US$ 8 milhões, ou 40%, e os investidores podendo comprar a participação do governo se o fundo fosse bem-sucedido.
O Globes noticiou em 1996 que o Yozma oferecia a novos fundos até 40% de participação acionária por meio de investimento do Yozma, além de opções para que acionistas majoritários adquirissem as ações detidas pelo Yozma em até cinco anos, pelo preço original mais juros mínimos. Dez fundos de venture capital foram formados em pouco tempo.
Compartilhar o risco, vender de volta o potencial de valorização
A opção de compra recompensava os investidores privados por criarem um fundo autossustentável, e não por permanecerem dependentes de subsídios.
Exigir parceiros privados e estrangeiros trouxe disciplina de negociação e redes, além de capital.
O governo tinha uma saída planejada, de modo que o sucesso significava privatização, e não controle estatal permanente.
Um Estado pode catalisar um mercado subsidiando a descoberta e, em seguida, fazendo da propriedade privada o prêmio pelo sucesso.
Em 1996, o governo já oferecia vender suas ações no Yozma. O Globes chamou o papel original de fundo de fundos de exemplo de intervenção governamental no momento e no lugar certos, observando ao mesmo tempo que o investimento direto do próprio Yozma era mais controverso.
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As fontes
- Yozma For Sale Globes · en.globes.co.il ·
- Venture Capitalist Chemi Peres: Building a Vehicle to Finance Entrepreneurial Dreams Knowledge at Wharton · knowledge.wharton.upenn.edu ·