O documento da Metromile defende o mecanismo diretamente: existe uma correlação entre o número de milhas rodadas e o número de sinistros indenizáveis, mas a precificação tradicional se baseia em idade, pontuação de crédito, histórico de acidentes e geografia.
Ao cobrar uma tarifa por milha e faturar cada cliente mensalmente com base nas milhas efetivamente rodadas, a empresa relata economizar aos clientes, em média, 47 por cento em comparação com a seguradora anterior, visando a maioria dos motoristas que passa menos tempo na estrada.
Medir a exposição: uma pequena tarifa-base mais uma cobrança por milha transforma o seguro em uma conta de consumo, alinhando o prêmio ao tempo real em risco. O odômetro se torna o subscritor — motoristas que quase não dirigem deixam de pagar a mais por acidentes aos quais estão pouco expostos, e o sinal de preço ainda incentiva a redução da direção.
Mediu a exposição: uma pequena tarifa-base mais uma cobrança por milha alinha o prêmio ao tempo real em risco, fazendo do odômetro o subscritor e do sinal de preço um incentivo.
As milhas rodadas se correlacionam diretamente com os sinistros, de modo que a precificação por milha alinha o prêmio ao risco real.
Os motoristas de baixa quilometragem pagavam a mais sob os proxies tradicionais, então a economia de 47% os atraiu.
A precificação visível por milha transforma a conta em um incentivo comportamental, reduzindo a direção.
A telemática tornou a medição de milhas barata e prática.
Quando um risco mutualizado é precificado com base em proxies, encontre a unidade de exposição subjacente medida e cobre sobre ela; clientes de baixa exposição tornam-se um segmento lucrativo.
Os clientes economizam, em média, 47 por cento em relação à sua seguradora de automóvel anterior sob a cobrança por milha (Formulário 10-K da SEC). Comprovou o seguro baseado no uso em escala e levou a precificação por telemática para o arsenal da indústria mainstream.
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As fontes
- Metromile Form 10-K (FY2021) SEC EDGAR (Metromile Inc.) · sec.gov