A Índia tem 600 milhões de pessoas sem acesso a um banheiro limpo, e a campanha Clean India do primeiro-ministro Narendra Modi pretende oferecer saneamento decente a todos até 2019. Mas críticos dizem que o programa subestima os fatores humanos e que o dinheiro oferecido gerou corrupção — os banheiros são construídos e depois se deterioram.
A SHRI, antes chamada Humanure, foi projetada em torno do problema da deterioração. Ela constrói blocos comunitários de 16 banheiros — oito para mulheres, oito para homens — dimensionados para aldeias de 1.500 pessoas, sobre um grande tanque de coleta. Os dejetos se degradam e liberam biogás, que alimenta um gerador elétrico; a eletricidade trata a água subterrânea, que a SHRI vende para compensar o custo de manter os banheiros limpos.
A economia se reflete no uso: os blocos são de uso gratuito, e DeGennaro afirma que eles têm em média 800 usuários por dia. Até 2016, a SHRI havia construído quatro blocos no estado de Bihar, ingressado na turma de organizações sem fins lucrativos do Y Combinator com uma subvenção de US$ 100.000 e estava captando recursos no Vale do Silício com base nesse elemento gerador de receita.
Um bloco de banheiros que se paga sozinho: os dejetos viram biogás, o biogás alimenta um gerador e a eletricidade trata a água subterrânea que é vendida para cobrir a manutenção.
Construir banheiros é a metade fácil; a manutenção é onde a maioria dos projetos de saneamento morre, então a SHRI integrou a manutenção ao modelo de receita.
Vender água monetiza um subproduto de que os moradores já precisam, sem cobrar das pessoas a quem os banheiros se destinam.
O acesso gratuito mantém o uso elevado — o que mantém o fluxo de biogás — ao contrário de projetos que cobram taxas e excluem os usuários.
Um serviço fracassa quando sua manutenção não tem orçamento: dê à instalação um produto para vender e o subproduto custeará a manutenção para sempre.
Quatro blocos estavam em operação em Bihar, cada um com média de 800 usuários por dia. A SHRI ingressou na turma de organizações sem fins lucrativos do Y Combinator de 2016, recebeu uma subvenção de US$ 100.000 e estava se esforçando para acessar tanto os fundos governamentais indianos para banheiros quanto investidores do Vale do Silício, com a codiretora Joan DeGennaro apresentando a receita da água como o elemento sustentável.
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As fontes
- A Toilet For India That Also Delivers Clean Water Fast Company · fastcompany.com ·