Em 2012, Henrik Kniberg e Anders Ivarsson descreveram como a Spotify escalou o trabalho ágil para mais de 30 equipes em três cidades. A invenção visível não foi uma nova cerimônia de processo, mas um vocabulário que separava unidades de entrega de redes de aprendizado.
Uma squad era uma equipe auto-organizada semelhante a uma equipe Scrum, mas livre para usar Scrum, Kanban ou uma mistura. Uma tribe reunia squads relacionadas. Chapters conectavam pessoas com habilidades semelhantes dentro de uma tribe, enquanto guilds levavam conhecimento, ferramentas e práticas compartilhadas por toda a organização.
O mecanismo resolvia uma armadilha de escala conhecida. Manter toda decisão centralizada desaceleraria as equipes; deixar cada equipe inventar tudo sozinha destruiria a reutilização. A Spotify deu às equipes autonomia sobre o método enquanto usava chapters e guilds para manter ofício, arquitetura e prática circulando lateralmente.
Deixe as equipes escolherem como, alinhe-as no porquê
As squads tornaram a propriedade pequena o suficiente para a velocidade.
As tribes colocaram squads relacionadas próximas o suficiente para coordenar sem um enorme escritório de programas.
Os chapters preservaram o desenvolvimento profissional das pessoas inseridas em squads diferentes.
As guilds permitiram que práticas úteis se espalhassem sem transformá-las em processo obrigatório.
A autonomia precisa de uma segunda estrutura para conhecimento e padrões; caso contrário, equipes independentes se tornam equipes isoladas.
O modelo tornou-se influente muito além da Spotify. Um artigo de acesso aberto da Springer de 2020 o descreve como base para métodos usados em outras organizações, ao mesmo tempo que estuda o trabalho de governança necessário para que squads autônomas não criem gargalos arquiteturais.
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As fontes
- Scaling Agile with Tribes, Squads, Chapters & Guilds Scrum Expert · scrumexpert.com ·
- Spotify Tailoring for Architectural Governance Springer Nature Link · link.springer.com ·