A NPR informou em 2017 que o engenheiro da Crane Currency Sam Cape foi apresentado em 2005 a um protótipo de micro-óptica que parecia um filme tridimensional. Ele mais tarde liderou a pesquisa e o desenvolvimento que o transformaram na tecnologia de movimento incorporada a cada nota de US$ 100 dos Estados Unidos desde 2013.

Cada uma das notas de US$ 100 mais recentes usa quase 1 milhão de lentes, cerca de uma dúzia na ponta de um fio de cabelo humano, que ampliam microimagens sob elas. Na fita azul ao lado do retrato de Franklin, os Sinos da Liberdade parecem se transformar no numeral 100 e se mover para cima e para baixo ou para a esquerda e para a direita, dependendo da direção da inclinação.

O diretor do Bureau of Engraving and Printing disse que a falsificação hoje depende de scanners e impressoras, e que alguns recursos de segurança são feitos para serem lidos por máquinas. Ele também chamou o próprio papel-moeda de algodão e linho de um dos recursos mais eficazes.

Fazer do recurso de segurança um efeito óptico que um scanner não consegue copiar e que uma pessoa pode verificar com uma única inclinação.

Um scanner ou uma impressora vê um único ponto de vista fixo, portanto não consegue reproduzir a imagem que se desloca.

O efeito é verificado em um segundo, inclinando-se a nota.

A nota é um entre mais de uma dúzia de recursos, incluindo tinta que muda de cor e um fio que brilha sob luz ultravioleta.

Lentes microscópicas podem ser incorporadas à nota em escala de produção.

Derrotar a cópia criando um recurso cujo comportamento depende do ângulo de visão, e não de um padrão imprimível.

Cape disse que a tecnologia de movimento da Crane é usada em mais de 100 denominações no mundo todo, e que imagens maiores e animações curtas estão em desenvolvimento. A reportagem da NPR é um perfil baseado em informações da empresa e não traz estatísticas de falsificação que mostrem o quão bem o recurso funciona.

CONFIRA AS EVIDÊNCIAS

As fontes

  1. Like Magic: The Tech That Goes Into Making Money Harder To Fake NPR · www-s1.npr.org ·